A Urgência do Desapego em Nossas Vidas

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A Urgência do Desapego em Nossas Vidas.

Você já parou para pensar, o que o apego pode influenciar de negativo em nossas vidas. Na verdade esse sentimento nos aprisiona e muitas vezes não nos damos conta que estamos presos a ele.

A Urgência do Desapego em Nossas Vidas

Quando temos o apego em nossa vida muito evidente, ele certamente nos trará transtornos emocionais, enfim são tantas as situações de apego.

Precisamos avaliar nossa ações e atitudes, entendendo as melhorias que se fazem necessária e comecemos a colocar em prática enquanto estamos vivos.

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Ao desencarnar não levaremos os bens materiais, diplomas, mais sim quem fomos na terra durante nossa estadia aqui.

O espirito de André Luiz, no final nosso Lar mostra-nos com clareza, as dificuldades e o tempo que levou na colonia espiritual até começar a ser humilde.

E entender que o título que tinha aqui na terra não o deixava em situação superior e nem tão pouco apagava suas atitudes negativas que praticou quando encarnado.

Outro fato interessante no filme quando André Luiz desencarnar, a primeira pessoa com que se encontrou foi com a paciente que ele sentia repúdio em atende-lá. E que a mesma disse que rezou muito pela alma dele.

A Urgência do Desapego em Nossas Vidas

Aqui na terra, a vida também nos apresenta muitas vezes, essa lição geralmente as pessoas que muitas vezes, desmerecemos é a que você recebe assistência dos momentos de dificuldade, são os que oram por nós e desejam que consigamos sair da escuridão.

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Os bajuladores são pessoas interessadas no que você pode lhes proporcionar, e se as dificuldades acontecerem na sua vida, serão os primeiros a lhe darem as costas.

Muitos vezes, teimamos em continuar apegados, a sentimentos de posse, conviver com pessoas, coisas materiais, que não nos fazem bem e sofremos.

Quanto mais nos apegamos a uma situação, mais deixamos de viver outras situações que poderiam ser proveitosas e a vida vai passando.

Os sentimentos negativos que mantemos (exemplo a raiva ou a mágoa), esses sentimentos podem domina-lo e permanecer em você e pode deixa-lo doente.

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Quando uma situação nos proporciona um prazer sucessivo, isso pode gerar um apego como alicerce psicológico em nossa vida.

Quando começamos a treinar o desapego, aos pouquinhos sentimos o que pode proporciona de positivo em nossas vidas, sentimentos mais equilibrados, paz interna, confiança em si mesmo.

A Sabedoria do Desapego

“Tudo passa e o Bem permanece.” (Bezerra de Menezes.)


Pode parecer utopia falar em desapego em uma época em que uma das frases mais pronunciadas é: “E o que eu ganho com isso?” e a troca de interesses impera nos relacionamentos sociais e profissionais, resultando numa sociedade calculista, egoísta e inescrupulosa.

As consequências destas atitudes são as desigualdades sociais, a corrupção como regra comum e o individualismo predominante.

Bhagavad Gita ¹, a “sublime canção da Índia”, há 7.000 anos já tratava do necessário exercício do desapego, trazendo uma proposta de vida que merece reflexão. Expõe a obra que “a autorrealização consiste em trabalhar intensamente e renunciar a cada momento ao fruto do trabalho”. Convida-nos a agir no bem não mais dependendo dos frutos dessa ação, com desinteresse de lucro pessoal, desapegando-se dos desejos egoísticos.

Em O Livro dos Espíritos ² vamos encontrar a informação que o sinal mais característico de imperfeição é o interesse pessoal, sendo sinal notório de inferioridade o apego às coisas materiais. Quando o nosso ego domina nossas ações temos atitudes egoísticas de somente satisfazer nossos desejos e vontades, sem medir as consequências por essa escolha.

Sábio é aquele que renuncia pela força da verdade a si mesmo, libertando-se do egoísmo – caminho seguro para a felicidade plena. Os Espíritos Superiores ³ nos orientam a agir no bem sem segunda intenção, a sacrificar o interesse pessoal pelo bem do próximo, exercitando a mais meritória das virtudes: a verdadeira e desinteressada caridade.

Desapegar-se é preservar a alma livre das coisas exteriores, libertando-se das paixões e do ódio (e dos impulsos que o geram). O meio mais eficaz de combater o predomínio da natureza corpórea é praticar a abnegação e o desprendimento de si mesmo. 4

Quando se propõe o desapego, não significa abandonar o “mundo”, mas entender a existência terrena como transitória e impermanente; o que é imortal e verdadeiro é o Espírito. Desconhecendo ou abdicando desta verdade muitos comprometem a saúde, a família, os amigos e a própria felicidade em busca das conquistas temporárias. Esquecer ou deixar para mais tarde a evolução espiritual, a aquisição das riquezas “que as traças não corroem” em troca dos prazeres e dos tesouros materiais, é marca inegável de apego e imperfeição.

A vida é feita em ciclos. É preciso saber quando uma etapa chega ao final e permitir que ela se encerre. O fim de um emprego, de um relacionamento, um filho que parte para longe, um amigo que desencarna…

A felicidade consiste em desapegar-se das coisas, pessoas, situações e sentimentos e permitir que uma nova etapa se inicie em nossa vida, assegurando-nos de não ficarmos magoados e nem deixarmos mágoas nos outros. Isso não significa amar menos ou descuidar, mas, ao contrário, enquanto o amor liberta e cuida, o apego aprisiona e sufoca.

Allan Kardec 5 afirma: ”o egoísmo é a fonte de todos os vícios, como a caridade é a fonte de todas as virtudes. Destruir um e desenvolver a outra, tal deve ser o alvo de todos os esforços do homem, caso queira assegurar a sua felicidade tanto neste mundo quanto no futuro”.

Desapegar-se é deixar de ser egoísta é estar cada vez mais próximo de si mesmo, de Deus, e muito  – mas muito mais –  próximo da felicidade.  (Fonte O Consolador – Revista Semanal de Divulgação Espírita)

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