sexta-feira , dezembro 6 2019
Home / ESPIRITUALIDADE / Conheça quem foi Meimei e sua Mensagem

Conheça quem foi Meimei e sua Mensagem

Meimei seu nome de batismo era Irma de Castro Rocha nasceu na cidade de Mateus Leme, Minas Gerais, no dia 22 de outubro de 1922. Filha de Adolpho Castro e Mariana Castro. Além dela seus pais tiveram mais quatro filhos : Ruth, Alaíde, Danilo e Carmem.

Querida e bem-amada – Meimei era muito religiosa. Frequentava à missa regularmente e fazia o terço. Sua crismada ocorreu em Olinda, perto de Mateus Leme. Com seus quatro anos, era engraçadinha e chamava a atenção pela sua maneira de ser. O padre a denominou uma criança divina e começou a chamá-la de Naná, apelido pelo qual passou a ser conhecida.

Conheça quem foi Meimei e sua Mensagem

Desde de sua infância, tinha um diferencial de beleza física e era inteligência notável. Muito alegre, comunicativa, espirituosa, espontânea e cativava a todos que conhecia. Aos dois anos de idade, sua família morar na cidade de Itaúna, Minas Gerais, seu pai faleceu quando ela ainda tinha 05 anos.

Mesmo com uma doença crônica nefrite , que surgiu durante o seu curso primário concluiu com exito. Seu sonho era exercer a docência, e começou os estudos, na Escola Normal de Itaúna (atual Colégio Estadual), cursando com brilhantismo o Normal (Magistério).

Foi destaque da classe como primeira aluna da sala, no entanto, no decorrer do 2º ano do curso teve de deixar os estudos devido sua doença nefrite, que voltou a se manifestou mais acentuadamente, e a deixou acamada. Era uma pessoa muito interessada, inteligente e buscava sempre se enriquecer de conhecimentos, e com isso refinou sua cultura através da leitura.

Com seus 17 anos, Irma de Castro ficou uma bela morena clara, alta, com 1,70m de altura e cabelos negros, ondulados e compridos, grandes olhos negros bastante expressivos e vivazes. Aos 20 anos, mudou-se com sua irmã Alaíde para Belo Horizonte.

Após melhorar de saúde, com 20 anos de idade, mudou-se para Belo Horizonte com sua irmã Alaíde, com ajuda de amigos logo arranjaram um emprego; Alaíde de balconista e Irma de substituta voluntária numa escola paroquial.

Foi quando conheceu Arnaldo Rocha (ateu radical), onde se tornaram grandes amigos e tempo depois se casaram.

E no dia 10 de junho de 1972, com o vestido de noiva confeccionado pela própria Meimei, mesmo não sendo costureira, os dois casaram-se na igreja de São José, matriz de Belo Horizonte.

Todos que ali estavam no dia da saída da igreja, após o casamento, vivenciaram uma cena inesquecível.

Um mendigo, do lado de fora que arrastava-se pelo chão, sujo, maltrapilho e malcheiroso. Pediu uma esmola para os recém-casados e Meimei, num momento inesperado, volta-se para o andarilho; muito sensibilizada com a situação que o mesmo se encontrava. Diz que no momento não tinha nada que pudesse lhe oferecer, pois os dois haviam acabado de se casarem na igreja. A noiva, então, entrega o buquê ao pedinte e beija-lhe a testa com ternura. Os olhos dela ficaram marejados de lágrimas.

Ela e seu esposo viviam em constante paz, amor e infinita compreensão. Ambos possuíam muitos livros. Irma tinha gosto pela leitura, excepcional capacidade mnemônica e adorava fazer leitura em voz alta, e suas autoras preferidas eram: As Irmãs Bronte.

A carinhosa expressão “Meimei” foi adotada pelo casal quando leram o livro “Momentos em Pequim”, do escritor sino-americano Lyn Yutang. Que constava o significado da palavra Meimei: “A noiva bem amada”, que a irmã Ruth preferiu adaptar para “Amor Puro”, outro apelido que Meimei tinha devido sua delicadeza e virtudes.

O casal tinha muitos apelidos entre eles e divertiam-se com as situações imaginárias que criavam durante as leituras que faziam juntos trocando os nomes pelos personagens de cada estória.

O apelido Meimei era um segredo guardo entre ambos.

Seu casamento era muito feliz, apesar da possibilidade de não poder ter um filho; de acordo com os  médicos que acompanham sua saúde, se Irma engravidasse poderia não aguentar.

Com sua fértil imaginação criara um filho; chamava-o de “meu principezinho”, cantava e o embalava em seus braços…

Quando saia de casa e encontrava crianças na rua, cumprimentava todas as  crianças, seu cumprimento dizia: “Deus te abençoe”, e, quando podia, trazia para seu casa as crianças que ela ensinava voluntariamente na Igreja Paroquial.

Tinha muito amor à infância e sua atenção e bastante voltada para o problema da educação. Ela era autodidata, dedicava-se aos estudos da arte em ensinar e acreditava que :

 “Ensinar era uma nobre profissão; que podia libertar as consciências da sombra da ignorância; e levar às crianças o amor aos livros e ao estudo”, uma vez que, acreditava, veemente no potencial transformador da educação.

Logo após o casamento, Meimei apresentou problemas nas amídalas – problemas de infância. Ao operar-se, ficou um pequeno pedaço da amídala, que originou sua enfermidade. Seu organismo passou a ser tomado pela infecção e todo tratamento foi inútil. Vieram complicações renais (nefrite), que depois se transformaram em glomerulonefrite, pressão alta e necrose nos rins, além de perturbações hipertensivas arterial e craniana.

Motivado pelo estado hipertensivo de deslocamento das pupilas-cristalino e, com a marcha da enfermidade, Meimei ia perdendo a visão. Nos dias em que precederam o seu desencarne já estava completamente cega.

Em seus últimos dias de vida na terra, começou a ter visões com sua avó Mariana e que tinha conversado com ela durante uma visita e que em breve iria viajar com ela pela Alba dos céus. Depois de muitos anos veio, a ser confirmado por de Chico Xavier.

Arnaldo recebe do médium amigo, em primeira mão, o livro Entre a Terra e o Céu, ditado por André Luiz, no qual encontra uma trabalhadora do Mundo Espiritual, Blandina, vivendo no Lar da Bênção, junto com sua Vovó Mariana, cuidando de crianças. Em determinado trecho, Blandina revela um pouco da sua vida terrena junto ao consorte amado.

Memei desencarnou na madrugada de 1º de outubro de 1946, com 24 anos, após acordar vomitando sangue, devido a um edema agudo de pulmão. O marido sai desesperado em busca de médico, pois não tinham telefone e, ao voltar, encontra o corpo físico da amada sem vida.

Apesar de terem ficado pouco tempo casados, o casal foi muito feliz. Ela tinha muito ciúme do seu “cigano”. Ela tinha esse cuidado devido ao passado complicado do seu marido. De acordo com Chico Xavier, Meimei vinha auxiliando Arnaldo na caminhada evolutiva há muitos séculos, por isso investia sempre com ternura na hora dos momentos mais difíceis e alegrar ainda mais os instantes de ventura.

O significado da Água da Paz de Chico Xavier

A amizade de Meimei e seu esposo, com juras de eterno amor, teve início por volta do século VIII a.C. Um general do império Assírio e Babilônico, de nome Beb Alib, ficou conhecendo Mabi, bela princesa, que a salvou da perseguição de um leão faminto. A história, foi contada pela própria Meimei e confirmada depois por Chico Xavier e traduzida, inconscientemente, pelo escritor e ex-presidente da União Espírita Mineira, Camilo Rodrigues Chaves, no livro Semíramis.

Depois que Meimei desencarnou, recebeu ajuda de Emmanuel, André Luiz e outros espíritos. Seu Espírito, que já era elevado, cresceu no Mundo Maior. Segundo Patrícia Marcelino, Meimei é a personagem Blandina, citada no capítulo IV, intitulado No Lar da Bênção, do livro Entre a Terra e o Céu (FEB), ditado por André Luiz, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Irma de Castro Rocha, não era espírita, ela professava o Catolicismo. Após o seu desencarne quando começou a escrever mensagens e ainda diversos livros valendo-se da extraordinária faculdade mediúnica de Chico Xavier, tornou-se muito conhecida no meio espírita por Meimei.

Aproximadamente cinquenta dias após a desencarnação de Meimei, Arnaldo Rocha, abitadíssimo e acompanhado de seu irmão Orlando, que era espírita, caminhando pela a Av. Santos Dumont, em Belo Horizonte, quando avistou o médium Chico Xavier.

Arnaldo Rocha não era espírita e nunca privara da companhia do médium até aquele momento. Quase dez anos atrás havia conhecido Chico muito rapidamente. Ele devia ter pouco mais de doze anos.

E após este encontro com Chico Xavier, o próprio Arnaldo Rocha, viúvo de Meimei, narra o ocorrido, que mudou completamente o sentido de sua vida:

“Chico olhou-me e disse: ‘Ora gente, é o nosso Arnaldo, está triste, magro, cheio de saudades da querida Meimei’… Afagando-me, com a ternura que lhe é própria, foi-me dizendo: ‘Deixe-me ver, meu filho, o retrato de nossa Meimei que você guarda na carteira.’ E, dessa forma, após olhar a foto que lhe apresentara, Chico lhe disse: ‘- Nossa querida princesa Meimei quer muito lhe falar!’.”.

Naquela noite, em uma reunião realizada em casa de amigos espíritas de Belo Horizonte, o Espírito Meimei deixou sua primeira carta psicografada através do médium brasileiro Francisco Cândido Xavier.

Arnaldo Rocha então tornou-se espírita e fundou o Centro Espírita Meimei na cidade de Pedro Leopoldo, Minas Gerais, e foi inseparável amigo de Chico Xavier.

As suas mensagens e os livros psicografados por Francisco Cândido Xavier e até mesmo por outros médiuns, demonstram a similitude daqueles educadores – de todos os tempos – que possuíam e possuem o ideal de construir um mundo melhor para todos, através da educação.

Dica do Espiríto de Meimei para todos nós

Estejamos sempre gratos por tudo:

“Alegria é cântico das horas com que Deus te afaga

a passagem no mundo.

Em toda parte, desabrocham flores por sorrisos da natureza

e o vento penteia a cabeleira do campo com música de ninar.

A água da fonte é carinho liquefeito no coração da terra

e o próprio grão de areia, inundado de sol,

é mensagem de alegria a falar-te do chão.

Não permitas, assim, que a tua dificuldade se faça

tristeza entorpecente nos outros.

Ainda mesmo que tudo pareça conspirar contra a felicidade

que aspiras, ergue os olhos para a face risonha da vida

que te rodeia e alimenta a alegria por onde passes.

Abençoa e auxilia sempre, mesmo por entre lágrimas.

A rosa oferece perfume sobre a garra do espinho

e a alvorada aguarda, generosa, que a noite cesse

renovar-se, diariamente, em festa de amor e luz.”

Meimei é reverenciada no mundo inteiro, levando seu nome a lares, abrigos, creches, e até uma escola do ensino médio, na cidade do Rio de Janeiro; do mesmo modo uma avenida na cidade de Uberaba, Minas Gerais, tem seu nome – a Avenida Mei Mei localizada no Jardim Esplanada.

Arnaldo Rocha, afirma no livro “Chico, Diálogos e Recordações”: “Foi, em Chico Xavier, que viemos a nos reencontrar, e o túmulo deixou de ser inviolável para o nosso amor”.

Meimei  ajuda os encarnados do plano espiritual e seu papel na codificação continua sendo muito importante.

E, mormente pelo estado ‘Espírito’, Meimei devota-se à infância fazendo-se trabalhadora cristã dedicada à educação do homem integral.

fontes :

wikipedia

uemgg.org.br

amorehumildade.org.br

Olha isso!

Como Fazer Lindas Guirlandas com rolo de papel higiênico

O Natal quem diria está próximo, para mim sempre fica a impressão que rompemos o …

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Oi, tudo bem?

Receba mais Notícicias legais!
Enviaremos todos os dias, as melhores Dicas Fresquinhas

Obrigado por nos acompanhar!