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B2W adquire Supermercado Now, Direcional divulga dados prévios, recomendações e mais destaques

A Cemig informou na noite de ontem que pagou R$ 44,7 milhões na participação de 49% que a Eletrobras tinha na Companhia de Transmissão Centro-Oeste de Minas Gerais (Centroeste). Já a empresa de comércio eletrônico B2W comunicou que comprou a totalidade das ações da Supermercado Now, uma plataforma de vendas dos supermercados pela internet. O valor da transação não foi informado.

A Cemig informou na noite de ontem que concluiu a aquisição da participação da Eletrobras na Companhia de Transmissão Centro-Oeste de Minas Gerais S.A. (Centroeste). A Cemig pagou R$ 44,7 milhões na participação da Eletrobras, que detinha 49% do capital social da Centroeste. A Cemig informou no mesmo comunicado que a aquisição “não afeta o seu programa de desinvestimentos que está em curso” e que a compra da Centroeste foi uma ocasião pontual. Em outro comunicado enviado ontem à CVM, a Eletrobras confirmou a transação e o pagamento.

A B2W Digital adquiriu a totalidade das ações do SuperNow Portal e Serviços de Internet, empresa que administra a plataforma Supermercado Now, que é focada no varejo alimentar via e-commerce. A companhia não informa o valor da transação no comunicado, assinado pelo diretor de Relações com Investidores, Fábio da Silva Abrate.

O Supermercado Now começou a operar em 2016. Através da plataforma, o cliente escolhe um supermercado e seleciona os produtos que quer comprar, com opções de entrega no endereço definido por ele em até duas horas ou em horário agendado. Há ainda a opção de retirada em loja. Hoje, o Supermercado Now tem parceria com 30 redes de supermercados, e de acordo com a B2W, os clientes têm alta recorrência, com usuários cadastrados há pelo menos um ano realizando 2,3 compras ao mês em média.

“O modelo de negócios, de comprovado sucesso em outros países, possui grande oportunidade de crescimento no Brasil e permitirá à B2W expandir sua presença na categoria de Supermercado, abrindo uma nova frente de crescimento”, afirma a varejista digital em comunicado.

A agência de classificação de risco Fitch Ratings informou ontem que revisou de negativa para estável a perspectiva da nota do Grupo JSL do Brasil. A nota dos IDRs do Grupo JSL continua BB, embora a Fitch tenha ressaltado que o grupo possui liderança e resiliência no mercado brasileiro de logística. “A JSL entrega um fluxo de caixa robusto e margens razoáveis. A Fitch projeta que a margem Ebitda consolidada da JSL crescerá para R$ 2,8 bilhões em 2021, de R$ 1,6 bilhão em 2018”, informa o relatório da agência.

Direcional (DIRR3)

A Direcional viu as suas vendas líquidas caírem 3,88% no quarto trimestre de 2019 frente igual período de 2018, a R$ 371 milhões, conforme prévia operacional divulgada pela empresa. No ano, porém, as vendas líquidas cresceram 8%, para R$ 1,320 bilhão.

Se for desconsiderado o Minha Casa Minha Vida (MCMV) Faixa 1,5, a alta foi de 44%.

No ano, houve uma elevação nos lançamentos de 16%, totalizando R$ 1,94 bilhão. Já se forem excluídos os projetos MCMV Faixa 1,5, o crescimento totalizou 40%.

Segundo o Itaú BBA, os pontos fortes da empresa foram a velocidade dos lançamentos e a geração do fluxo de caixa, esta última descrita como “sólida” – foi de R$ 35 milhões no quarto trimestre. “Os lançamentos e as pré-vendas da Direcional foram de R$ 1,7 bilhão e R$ 1,2 bilhão, respectivamente, representando 99% e 89% das nossas estimativas”, destacaram os analistas.

O Itaú BBA manteve sua avaliação “outperform” – acima da média do mercado, para os papéis da Direcional, com um preço-alvo de R$ 15,3 para a ação da construtora.

PetroRio (PRIO3)

A Petro Rio S.A. comunicou ontem que realizou um aumento no seu capital social, de R$ 10 milhões, com a emissão de 1,49 milhão de novas ações ordinárias. Segundo a petrolífera carioca, o capital social da empresa passou de R$ 3,45 bilhões para R$ 3,46 bilhões.

Recomendações

No radar de recomendações, a Linx (LINX3) teve a cobertura de seu ADR (American Depositary Receipt) iniciada pelo Goldman Sachs com recomendação de compra e preço-alvo de US$ 11, o que corresponde a um potencial de valorização de 30% em relação ao fechamento da última segunda-feira.

Já a Alupar (ALUP11) teve a recomendação reduzida de overweight (exposição acima da média) para equalweight (exposição em linha com a média) pelo Brasil Plural, com preço-alvo de R$ 29,  que representa um potencial de alta de 1,1% em relação ao último fechamento. Já a Taesa (TAEE11) foi elevada de underweight (exposição abaixo da média) para equalweight pelo mesmo banco, com preço-alvo de R$ 32, implicando um potencial de alta de 4,2% frente o último fechamento.

Fonte >Infomoney

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