quarta-feira , outubro 28 2020

BOE diz que será difícil cumprir metas de gênero até fim do ano – Money Times

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Banco da Inglaterra
As mulheres agora representam 46% dos outros cargos, em comparação com a meta de fim de ano de 50% (Imagem: Reuters/Toby Melville)

É improvável que o Banco da Inglaterra cumpra suas metas para o fim do ano de promover mais mulheres, mesmo depois de intensificar as iniciativas para melhorar a diversidade, disse a diretora de operações da instituição, Joanna Place, em entrevista.

As mulheres agora detêm 32% dos cargos de gerência sênior e provavelmente não atingirão a meta de 35% até o fim do ano, disse Place na conferência sobre diversidade promovida pela Bloomberg na quarta-feira.

O banco central, fundado há três séculos, também tem encontrado um desafio para promover funcionários negros, asiáticos e de minorias étnicas a cargos de alto escalão, disse.

Apesar do ex-presidente do BOE, Mark Carney, ter colocado a diversidade na vanguarda da agenda ao longo de seu mandato de quase sete anos, o BOE enfrenta barreiras para cumprir as próprias metas. A pandemia de coronavírus também desacelerou o processo, disse Place.

As mulheres agora representam 46% dos outros cargos, em comparação com a meta de fim de ano de 50%. O aumento da proporção de funcionários negros, asiáticos e de minorias étnicas em cargos seniores até o final de 2022 também é lento.

No entanto, o BOE atingiu a meta de 20% de representação entre funcionários abaixo do nível mais alto de gestão.

“É sempre um desafio saber se devemos definir uma meta realista e alcançável para que possamos comemorar seu cumprimento” ou almejar uma meta mais difícil, disse Place. “Acredito que os resultados serão significativamente melhores do que se tivéssemos definido uma meta um pouco mais suave.”

O BOE também reavalia vínculos com a escravidão e o racismo após os protestos provocados pelo assassinato de George Floyd nos Estados Unidos. A instituição anunciou em junho que retiraria retratos de ex-presidentes e diretores do banco vinculados à escravidão.

Fonte >Money Times

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