sábado , dezembro 5 2020

Ibovespa mostra fraqueza com sinal misto do exterior – Money Times

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Às 11:26, o Ibovespa caía 0,36 %, a 99.735,17 pontos. O volume financeiro era de 6,1 bilhões de reais (Imagem: Reuters/Amanda Perobelli)

O Ibovespa mostrava fraqueza nesta sexta-feira, diante da falta de tendência clara no exterior e persistente desconforto com a cena fiscal brasileira, enquanto Magazine Luiza era destaque positivo após aprovar proposta de desdobramento de ações.

Às 11:26, o Ibovespa caía 0,36 %, a 99.735,17 pontos. O volume financeiro era de 6,1 bilhões de reais.

Apesar do declínio, o Ibovespa caminhava para um resultado semanal positivo, após duas semanas de queda.

Em Wall Street, o Nasdaq Composite abriu em alta, mas perdia o fôlego, enquanto o S&P 500 não mostrava direção definida, em sessão marcada pelo vencimento quádruplo de contratos de opções e futuros em Nova York.

“No cenário doméstico, sem um norte no exterior e em meio à cautela com o cenário fiscal no Brasil, pode haver pouco espaço para uma sexta-feira positiva”, observou a equipe da Ágora Investimentos em relatório a clientes.

Destaques

Itaú (ITUB4) perdia 1,48% e Bradesco (BBDC4) recuava 1,6%, pesando no Ibovespa, uma vez que o setor continua pressionado por preocupações sobre o ritmo da atividade econômica no país.

Petrobras (PETR3;PETR4) caíam 1,08% e 1,65%, respectivamente, após forte valorização na véspera e tendo de pano de fundo variações comedidas dos preços do petróleo no mercado externo, onde o Brent subia 0,16%.

Vale (VALE3)  subia 0,71%, respondendo por relevante contribuição positiva para o Ibovespa, mas o setor de mineração e siderurgia mostrava desempenho misto, com  Usiminas (USIM5) em baixa de 1,05%, enquanto Gerdau (GGBR4) e  CSN (CSNA3) mostravam sinal positivo.

Cielo (CIEL3) recuava 4,39%, entre as maiores quedas do Ibovespa, enquanto suas rivais, PagSeguro  e STONECO, que têm ações negociadas em Nova York, tinham acréscimo de 0,43% e queda de 1,97%, respectivamente.

Magazine Luiza (MGLU3) valorizava-se 2,11%, após o conselho de administração aprovar o desdobramento das atuais 1.624.731.712 ações da companhia na proporção de 1 por 4 papéis. A proposta precisa ser aprovada por acionistas.

Fonte >Money Times

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